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A Associação dos Colaboradores do Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Acceitec) apresentou nesta segunda-feira (10/8) um plano para ampliar produção de sensores para saúde e o agronegócio. A entidade que é contra a extinção da empresa com sede em Porto Alegre, na Lomba do Pinheiro, propõe uma reestruturação que reduz custos operacionais e abre novas áreas de atuação em sua fábrica de microcondutores.

ceitec lomba

“Esse é um bom exemplo que temos em Porto Alegre, de projetos ancorados na inovação tecnológica e podem contribuir em muito para o desenvolvimento econômico e social da cidade, porque atua em uma área estratégica”, destacou Zacher ao participar dias antes de um debate online em defesa da retirada da empresa do Plano de Desestatização do governo federal.

Inovação

A readequação da fábrica projeta uma redução de custos de R$ 2,5 milhões ao ano e permitirá aumentar a sua capacidade de produção de sensores, tanto para a área da saúde como para o agronegócio. Está previsto, ainda, o desenvolvimento de uma plataforma para testes moleculares em um chip, o que levará o Brasil a consolidar posição no campo da inovação dentro do cenário mundial de dispositivos conhecidos como lab-onchip – um laboratório de análise clínica dentro de um chip, onde se pode realizar o diagnóstico na farmácia ou no médico sem ter que ir a um hospital.

Nesta área, segundo informações dos dirigentes da Acceitec, já foi desenvolvido um protótipo. O chip permite a realização de medidas de PCR, é 100% nacional e fabricado totalmente dentro da sala limpa da empresa.

Covid-19

No âmbito da pandemia, a Ceitec já recebeu os kits de teste para Covid-19 do Instituto de Biologia Molecular do Paraná. A empresa trabalha na validação dos protótipos e a partir da readequação de alguns equipamentos, poderá fabricar 50 mil sensores/dia para detecção da doença.

Outro projeto em desenvolvimento é o sensor de miRNA, que consiste em um teste rápido e de baixo custo para a detecção de doenças como o câncer, inclusive em seus estágios iniciais, antes do aparecimento dos sintomas ou do tumor. Este projeto está em curso desde 2016, se encontra em fase de testes e com patente em fase final de elaboração, em uma parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Ainda na área de sensores, está em fase final de execução o desenvolvimento de uma plataforma para sensores eletroquímicos. Entre outras iniciativas, está a abertura da planta fabril para a produção de produtos desenvolvidos por outras empresas, startups e centros de pesquisa do Brasil, como sondas neurais e guias de ondas.

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